VerdeGreen: joias “orgânicas”

Imagem da notícia: VerdeGreen: joias “orgânicas”

Bruno Tocha criou a VerdeGreen há cerca de quatro anos, em Aveiro, com o principal objetivo de trazer inovação ao ramo da joalharia.

JoiaPro: Como nasceu a VerdeGreen, marca do grupo Tochas Representações?

Bruno Tocha: A empresa Tochas Representações foi constituída em 2008, com o intuito de representar a marca alemã Breuning, da qual continuamos a ser distribuidores para o mercado nacional. Entretanto, surgiu a vontade de proporcionar algo inovador e diferente ao setor e, em setembro de 2010, lançámos a VerdeGreen. É fundamentalmente uma marca de prata, com pedras naturais e gemas semi-preciosas. Não usamos uma única pedra sintética na confeção das nossas joias. Isto faz com que a VerdeGreen se posicione num segmento médio/médio-alto. Além disso, a marca está associada a um conceito de ‘branding’ muito forte.

JP: O nome faz parte desse conceito?

BT: O nome surgiu por dois motivos. É facilmente aceite no mercado internacional e, como a VerdeGreen foi lançada a pensar também neste mercado, achamos que se adequa bem, além de que é fácil de pronunciar e transmite alguma musicalidade. Em segundo lugar, a nossa primeira coleção era muito orgânica. As peças apresentavam formas e materiais que nos conduziam à natureza.

Leia a entrevista na íntegra na JoiaPro 62!

 

17 Abril 2015
Entrevistas

Notícias relacionadas

“A joalharia só pode ser feita com amor”

Quem o diz é José João Vilares, um eterno apaixonado pela ourivesaria e fundador da escola de joalharia contemporânea Engenho & Arte, sediada no Porto. Numa conversa intimista, o responsável revelou-nos que este projeto nasceu do sonho de impulsionar a joalharia contemporânea, preservando sempre as técnicas mais ancestrais desta arte.

Ler mais 7 Outubro 2020
EntrevistasJoalharia e ourivesaria