“O foco está no relançamento da atividade formativa da APIO”
Carlos Caria fala-nos, em entrevista, da sua ligação à ourivesaria e do seu percurso enquanto presidente da Associação Portuguesa da Indústria de Ourivesaria (APIO).
Que papel desempenhou a ourivesaria no seu percurso profissional? Sempre esteve ligado a este setor? Desde cedo, sempre soube que o seu futuro passaria por este mercado?
Carlos Caria: Passei muitos anos ligado à área da medalhística em metais preciosos e o facto de ter sido gerente da empresa que produzia esse tipo de produtos valorizou-me imenso do ponto de vista profissional. Mas não, nem sempre estive ligado a esta área. Estive muitos anos ligado à área dos transportes internacionais e, por isso, não posso afirmar que desde cedo o meu futuro passaria por esse setor. Acabou por ser mais um acontecimento de vida normal face ao percurso profissional que a minha vida tomou e aos conhecimentos que entretanto fui tendo.
Quando iniciou funções na presidência da APIO, quais as principais metas que desde logo definiu?
CC: Prepará-la para o futuro, alterando os estatutos, relançar a atividade formativa, solidificar a situação económico-financeira da entidade, gerir o património da associação, que é o seu grande alicerce.
Os objetivos têm sido cumpridos? Que destaque faz do trabalho da sua equipa ao leme da associação?
CC: Julgo que de forma geral sim. Temos a situação da formação suspensa, mas estamos a envidar esforços para a relançar.
Quais os futuros projetos que a APIO pretende implementar?
CC: Neste momento, o foco está essencialmente no relançamento da atividade formativa, procurando integrá-la num projeto que acrescente valor à cidade de Lisboa.
Entrevista completa na JoiaPro 83.
8 de Junho, 2020
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