“O nosso dever é defender os associados da AORP”

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Nuno Marinho, o novo presidente da Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal (AORP), falou com a JoiaPro sobre o RJOC – Regulamento Jurídico da Ourivesaria e das Contrastarias e sobre o papel da AORP na defesa dos seus associados, “a sua principal missão”.

JoiaPro: Um dos temas muito abordados nos últimos tempos foi a alteração ao regime das contrastarias. Alguns colegas queixam-se que têm que pagar 7,55 euros por um lote de 49 peças. Mas, se no dia seguinte, tiverem um lote de 10 peças têm que pagar exatamente o mesmo valor. O que tem a dizer sobre isto?

Nuno Marinho: Isso é uma das batalhas que foi travada pelas anteriores direções. A revisão do RJOC – Regulamento Jurídico da Ourivesaria e das Contrastarias, aprovada em setembro de 2017, terminava com esse lote, muito graças ao trabalho que a AORP teve junto da INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda e das instituições oficiais, ainda está à espera de regulamentação. Temos que lutar para que a contrastaria vá cada vez mais ao encontro dos seus utentes e que os sirva da melhor maneira possível, que é essa a sua função e obrigação. 

JP: Outros colegas com quem falámos colocaram a hipótese de utilizar as contrastarias espanholas…

NM: Esta associação representa todos os seus associados, não apenas uma pequena fração. A posição da AORP não é de sanção, mas o nosso dever é defender os nossos associados da melhor forma, mantendo naturalmente boas relações com as instituições oficiais do país, nomeadamente a contrastaria. Temos que tentar atingir o melhor equilíbrio possível, não deixando de defender os interesses dos associados, a nossa principal missão.

Entrevista completa na JoiaPro 81.

8 Agosto 2019
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