J. Baptista: “Estamos sempre na Nau Catrineta, e apetece-me estar aí”

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Estivemos no emblemático espaço de referência dedicado a joias e pratas, cuja história de inicia há três gerações: J.Baptista, na Rua Áurea, em Lisboa. Numa conversa profunda e cheia de alma, a JoiaPro partilha um excerto da entrevista com o encantador José Baptista.

JoiaPro: Na era dos descobrimentos, Portugal fora um país privilegiado relativamente às pedras preciosas. Agora, é preciso reinventar?

José Baptista
: Os portugueses sairam à aventura mas antes criaram uma escola náutica. Não fazemos ideia do que nos vai acontecer mas temos um objetivo, tal como os portugueses tiveram. Estamos sempre na Nau Catrineta, e apetece-me estar aí. Aliás, não me sinto bem numa zona de conforto.

Todos temos, dentro de nós, a capacidade, o poder, o génio e o milagre de criarmos. O setor de ourivesaria merece que os agentes económicos não se fiquem pela zona de conforto, e, para o bem das próprias empresas, sejam micro ou grandes, é sempre bom sair todos os dias e, eventualmente, com uma espada de paz, com uma espada de conhecimento, num cavalo branco, trabalhar para que a ourivesaria portuguesa seja o que sempre foi, a melhor do mundo. Com as suas técnicas, com o seus desenhos… E, principalmente, que se apaixonem por aquilo que fazem.

Saiba mais na próxima edição da JoiaPro, brevemente disponível.

31 Julho 2018
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