Fundir metais faz mal à saúde?

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Um estudo diz que sim. A realidade é dos Estados Unidos da América, mas poderia muito bem ser transposta para Portugal. O portal Business Insider publicou uma lista com as 27 profissões que sofrem mais riscos de saúde. Os dados surgiram da Occupational Information Network, um departamento do governo estadunidense responsável pela monitorização do trabalho naquele país. Como fatores avaliados, surgem a exposição a agentes contaminantes, doenças e infeções, como também a condições perigosas como radiação, risco de queimaduras, cortes, hematomas e picadas. O tempo que os profissionais passam sentados foi igualmente tido em conta, associado à inatividade. Estes fatores foram avaliados de 0 a 100, começando no menor risco e indo até ao maior.

Em 24º lugar estão os fundidores de metais, empatados com os técnicos de radiologia, os embalsamadores e os instaladores e técnicos de elevadores. Os três riscos apontados, que mais afetam a sáude destes profissionais, foram a exposição a agentes contaminantes (100), o risco de pequenas queimaduras, cortes, mordidas e picadas (96), e a exposição a condições perigosas (94).

Nos outros lugares, surgem os profissionais ligados à saúde oral (1º); os assistentes de bordo (2º); os anestesistas (3º); os veterinários (4º); os podologistas (5º); os inspetores de imigração (6º); os técnicos de histologia (7º); os operários de tratamento de águas (8º); os engenheiros mecânicos e industriais (9º); os assistentes médicos e cirúrgicos (10º); os manobradores de guindastes de gás e petróleo (11º); os pilotos de aviação (12º); os preparadores de equipamentos médicos (13º); os técnicos de equipamentos nucleares (14º); os lixeiros (15º); os preparadores de materiais refratários (16º); os manobradores de máquinas de exploração mineira (17º); os paramédicos (18º); os operadores de sistemas químicos (19º); os operários de unidades de petróleo e gás (20º); os enfermeiros de tratamentos críticos (21º); os mecânicos de sistemas de refrigeração (22º); e os técnicos de medicina nuclear (23º).

18 de Junho, 2019
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