Reciclar para fazer joias

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Uma portuguesa cria joias a partir da reciclagem. Esta ideia surgiu com a preocupação pelo ambiente, mas principalmente para evitar o desemprego. Atualmente, dispõe de um mercado que abrange Portugal de Norte a Sul.

Em 2011, Anabela Marques funda a Idict, empresa que se demarca por utilizar “matérias disponíveis à mão com o objetivo de criar acessórios”. Foi “seguindo o gosto pessoal pela arte”, com materiais reutilizáveis e uma “técnica inovadora” que o negócio nasceu.

As primeiras peças foram vendidas no Mercado de Artesanato Urbano Português, em Barcelona, compostas de “pregadeiras feitas a partir de tampas de embalagens, botões, revistas e outras coisas”.

A empresa não teria existido se Anabela trabalhasse. O negócio é reconhecido, pois tal como Anabela diz, “agrada a gregos e a troianos”.

As joias podem ser adquiridas em Serralves, no Porto, na Anthrop, em Coimbra e no Museu Ncional do Azulejo, em Lisboa. Os preços variam entre 10 e 40 euros, que a eborense considera “bastante acessíveis”.

Para o futuro, Anabela pretende expandir o negócio para o estrangeiro, mas manter-se em galerias de arte e museus.

18 de Janeiro, 2013
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