Pedro Miguel Cruz, da Ágata Joalharias, sobre a JoiaPro

Imagem da notícia: Pedro Miguel Cruz, da Ágata Joalharias, sobre a JoiaPro

O impacto de uma revista mede-se, acima de tudo, por escutar quem a segue. Para muitas ourivesarias, marcas e empresas, aparecer pela primeira vez nas páginas da JoiaPro representou um momento especial, uma forma de reconhecimento e de afirmação dentro do setor. Fiel a esse propósito, a revista continua a dar voz a quem a acompanha. Neste artigo, partilhamos alguns dos testemunhos que fomos recolhendo ao longo dos últimos meses — e há mais para descobrir nas próximas edições.

“Ao longo dos últimos 20 anos, o setor da joalharia passou por uma transformação profunda, tanto nos produtos como na forma de comunicar. Temas que antes eram considerados tabu, como a utilização de aços ou ouro de nove quilates, são hoje abordados com total naturalidade e integrados de forma coerente na oferta do mercado. Paralelamente, assistimos a uma verdadeira revolução na comunicação: o digital assumiu um papel central, com plataformas como Instagram e TikTok a tornarem-se canais essenciais de ligação ao público. Em 2026, uma empresa desta área não pode ignorar a importância de acompanhar as tendências, quer ao nível dos materiais, como pratas, aços e diferentes toques de ouro, quer ao nível dos meios de comunicação, cada vez mais digitais e imediatos. A capacidade de adaptação é, hoje, um fator determinante para a relevância e competitividade no setor. Olhando para o futuro, acredito que a JoiaPro continuará a afirmar-se como uma referência, com forte presença nas redes sociais e uma integração crescente da inteligência artificial. É provável que o seu modelo evolua ao ponto de deixar de existir enquanto suporte físico, acompanhando a transformação digital do setor. Se tivesse de definir a JoiaPro numa palavra, escolheria “indispensável”.

Este e outros testemunhos podem ser lidos na JoiaPro 104.

19 de Junho, 2026
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