Inês Barbosa na Portojóia 2025
O regresso à feira tem um significado especial para a marca, que havia participado pela última vez há três anos, quando assinalou os 30 anos de existência.
Com várias coleções dentro das duas artes que trabalham — a filigrana e o etrusco, a marca minhota mantém a “tradição e o tipo de trabalho, com um design constantemente atualizado”. Entre as novidades apresentadas, destaca-se uma nova abordagem à ourivesaria tradicional portuguesa, fiel à técnica ancestral, mas enriquecida com esmalte e pedras preciosas como safiras, diamantes e rubis.
“Estamos a falar de uma coleção de alta joalharia, tradicionalmente produzida com a excelência que nos caracteriza”, sublinha a responsável. Na vertente etrusca, a marca apresenta também um novo design, desenvolvido com o máximo respeito pelas técnicas e métodos originais.
“Nesta coleção, temos aquela que é a minha peça favorita: uma escrava lindíssima. É um trabalho extremamente delicado. A minha irmã faz um trabalho excecional, como é o caso de toda esta nova coleção, que é desenhada por ela e depois produzida pelos nossos artesãos”, partilha com orgulho.
“Tem sido um orgulho muito grande presenciarmos o sentimento que as pessoas colocam nas peças. É mais do que o valor monetário — é o legado que representa uma família inteira. Todos deveríamos ter orgulho na nossa cultura, porque é riquíssima”, conclui Maria Inês Barbosa.
Descubra mais participações na revista JoiaPro 102.
9 de Janeiro, 2026
Portojóia 2025