Angolanos consomem luxo

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Empresários e políticos angolanos são alguns dos melhores clientes das lojas de marca ‘premium’, representando já cerca de 30 por cento do mercado de luxo nacional. Esta tendência actual nota-se em grandes lojas de marcas de roupa ou calçado, mas também nas joalharias. Para o relações públicas e especialista no mercado de luxo, Ricardo Figueiredo, “a importância dos angolanos na vida económica das marcas ‘premium’ acentuou-se com a crise”. Foram eles “os principais responsáveis pelo facto de as lojas, em Portugal, não se ressentirem tanto como em Espanha, mais dependente do turismo asiático, por exemplo”.


 


Jóias


Na joalharia de luxo, os angolanos também se destacam, tanto pelo valor dos artigos que compram como pela facilidade com que os pagam. António Moura, que representa em Portugal a Chaumet, Dior e H. Stern, fala do caso recente de “uma senhora angolana que comprou uma pulseira por 120 mil euros com cartão de crédito, sendo o pagamento imediatamente autorizado pelo banco”. Nos últimos quatro meses, foi a vez dos turistas chineses, sobretudo de Hong Kong e da Tailândia, começarem a dar nas vistas nas ourivesarias da capital. “Adquirem artigos equivalentes aos dos angolanos. Ou seja, compram com facilidade peças muito caras”, explica António Moura, sublinhando que são ainda em menor número do que os primeiros. Também Pedro Rosas, director geral da joalharia David Rosas, admite que, entre os turistas que nos visitam, os angolanos são os melhores clientes e já representam cerca de 12 por cento do total das vendas em Lisboa. “Revelam-se consumidores muito informados, que procuram as últimas novidades e marcas boas”, garante.


 


Fontes: Expresso

16 de Dezembro, 2009
Entrevistas

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