Diamantes Sintéticos: o que fazer?

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Na próxima JoiaPro, publicaremos um artigo de interesse da autoria do gemólogo Rui Galopim de Carvalho.

Já não vale a pena ter o discurso de que os diamantes sintéticos são algo de distante e meros objectos de investigação académica.

Os recentes desenvolvimentos na tecnologia CVD (Chemical Vapour Deposition, ou deposição química em fase de vapor) para a síntese do diamante vieram a impulsionar de maneira significativa a sua produção para objectivos tecnológicos diversos e, por arraste, também para a joalharia.

Comece por dizer-se que a grande maioria destes diamantes sintéticos não exibem pro-priedades gemológicas ou características internas passíveis de os identificar como tal, mesmo para um observador experimentado usando, por exemplo, um microscópio gemo-lógico ou os aparelhos da chamada gemologia clássica.

Para todos os efeitos, diamantes sintéticos incolores fabricados por CVD são praticamente iguais aos naturais.

Leia o artigo na íntegra na JoiaPro 58.

27 de Março, 2014
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