JoiaPro, 20 anos a dar rosto e brilho ao setor

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JoiaPro nasceu para dar voz a um setor que vive entre tradição e inovação. Vinte anos depois, a revista é muito mais do que um título especializado: é memória, palco e espelho da ourivesaria, joalharia e relojoaria em Portugal. Ao folhear duas décadas de edições, conta-se não só a história de uma publicação, mas também a evolução de um universo inteiro de marcas, oficinas, criadores e empresas que ajudaram a moldar a identidade do setor. 

Como tudo começou 

No início dos anos 2000, o setor precisava de um espaço próprio de informação, debate e inspiração. Faltava uma plataforma que reunisse, de forma profissional e regular, as novidades de produto, o acompanhamento das feiras, as tendências internacionais e as histórias dos protagonistas que, muitas vezes, trabalhavam longe dos holofotes. A JoiaPro surgiu precisamente para ocupar esse lugar. 

O projeto editorial nasceu com uma missão clara: criar uma ponte entre a indústria, o retalho e o design, aproximando fabricantes, ourivesarias, joalheiros, relojoeiros, designers e fornecedores. A revista assumiu desde cedo um posicionamento profissional, mas acessível, procurando falar a linguagem do setor, sem perder rigor jornalístico nem a visão crítica. Ao longo dos primeiros números consolidou-se como fonte de informação de confiança, rapidamente reconhecida por empresas e profissionais. 

Duas décadas de capas, histórias e tendências 

As capas da JoiaPro são, por si só, um registo humano do setor: ourives, relojoeiros, empresários, criadores e equipas que dão rosto a cada projeto. Além disso, são também um espelho da transformação do setor. Se, no início, predominavam imagens mais clássicas e institucionais, com joias e relógios em destaque, a partir de certo momento começaram a ganhar espaço as fotografias de autor e o design de peças contemporâneas. 

Ao longo de 20 anos, a revista acompanhou a emergência de uma nova geração de designers de joias, muitos formados em escolas portuguesas, a diversificação de materiais, técnicas e abordagens, da ourivesaria tradicional à joalharia de autor, passando pelo uso de tecnologias como a impressão 3D e também as grandes mudanças de consumo, com o crescimento das compras online, da personalização e da procura por peças com história e propósito. Cada edição deixou um rasto de reportagens, entrevistas e dossiers temáticos que, hoje, ajudam a perceber como o setor enfrentou crises económicas, se adaptou à digitalização, apostou na internacionalização e se reposicionou perante um consumidor mais informado e cada vez mais exigente. Houve espaço para abordar temas mais difíceis, como a sustentabilidade, a concorrência desleal ou as dificuldades do comércio de rua, mas também para celebrar conquistas, histórias de gerações, prémios, distinções internacionais e projetos inspiradores. 

Leia a reportagem completa na JoiaPro 103.

25 de Março, 2026
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