Castrus na Portojóia 2025

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“Como sempre, tentamos inovar no setor das pedras, da cor, com novos designs. Tentamos criar alguma surpresa e, este ano, conseguimos mais uma: a imitação de animais em prata maciça, algo que se está a revelar uma boa opção”.

José Castro, fundador da Castrus, revela que, apesar da conjuntura, as “coisas correram de feição”; no entanto, considera que é “difícil olhar muito para frente. Vivemos um dia de cada vez. As coleções expostas vão ser agora trabalhadas até ao fim do ano. Temos de estar preparados para trabalhar”.

A Castrus nota que a organização da feira mantém um nível positivo de acordo com as circunstâncias, mas “tem vindo a revelar-se cada vez mais pequena: somos menos, o que no futuro próximo nos prejudica. Aquele expositor que não vem, porque está num hotel ou faz no seu próprio espaço, vai retirando poder à Portojóia. A própria organização deveria criar condições chave na mão para stands com design atual, de 9/18/24 m2, com valores mais razoáveis. Ou, então, negociar de outras formas para poder cativar esses expositores, de forma a tornar a Portojóia novamente importante para o setor”.

José Castro deixa ainda uma mensagem ao setor: “Peço que tenham resiliência e espero que o amanhã seja bem mais positivo que hoje. Trabalhamos no sentido de resistir à adversidade”.

Reportagem completa na JoiaPro 102.

5 de Dezembro, 2025
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