Carlos Caria da APIO fala do estudo da Deco

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Face ao estudo publicado pela Deco, sobre os investimentos em ouro, a Associação Portuguesa da Indústria da Ourivesaria teceu duras críticas.

Carlos Caria, presidente desta organização, começou por criticar a Deco por não ter contactado a APIO para ser uma das partes ouvidas nesta investigação.

Desta forma, evitava-se que o estudo “se revelasse tendencioso e omisso, transmitindo-se uma imagem incorreta de um dos investimentos mais seguros que se pode realizar”.

Afirma também que todo o setor foi afetado negativamente. A mesma instituição reforça a ideia de que investir em ouro é um bom negócio, visto que, “se recuarmos a 2003, encontra-se um preço de referência médio do ouro de 10,333 euros”, pelo que, se tivermos “em conta a cotação indicativa do Banco de Portugal seguida no estudo (31,71 euros), concluir-se-á que o seu valor mais do que triplicou”.

A APIO chama ainda a atenção para o facto de que “uma libra, para além do valor intrínseco do ouro, tem também o custo da sua elaboração, aquilo a que no setor se denomina ‘o preço do feitio’, o que torna a peça mais onerosa”.

É o caráter subjetivo da peça como o valor sentimental ou histórico, cuja avaliação é mais complicada de acordar.

Leia toda a reportagem na JoiaPro 58, brevemente disponível.

21 de Março, 2014
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